
Foi inaugurada na última quarta-feira (23/12), a nova emergência do Hospital da Posse, em Nova Iguaçu, equipada com modernos equipamentos. Durante a solenidade inauguração, as autoridades lembraram fatos criminosos que aconteceram na unidade no passado e destacaram a nova fase de boa gestão e humanização do hospital.
O secretário municipal de Saúde, Dr. Marcos de Sousa, disse: “Quando chegamos aqui em 2005 sem que houvesse qualquer transição entre os gestores, encontramos funcionários com dois meses de salários atrasados e sem contrato. Quando fomos à Brasília mostrar as fotos da unidade e buscar ajuda, pediram para fechar o hospital porque não tinha condições de funcionar naquele estado. Ele só continuou funcionando porque uma unidade deste porte não poderia parar, e pelo esforço dos profissionais”, destacou o secretário, dizendo que cada sala, cada janela, cada espaço da nova emergência foi planejado com ajuda dos funcionários, da forma que eles sugeriram em reuniões e conselhos .
Marcos disse que as obras da nova emergência, da nova UTI e o prédio de acolhimento de familiares dos pacientes, entregues hoje, fazem parte de uma nova etapa de trabalho na unidade que pode ser resumida em única palavra: humanização. O secretário explicou que as obras não são para aumentar a capacidade do hospital, mas sim para dar mais conforto aos profissionais, pacientes e parentes. “Não vamos resolver o problema da Baixada com essa emergência, para isso vamos continuar buscando integração entre as cidades e implantar uma rede hospitalar para a região com mudanças na gestão e na organização das ações”, explicou Marcos, citando o convênio que Nova Iguaçu firmou com a Fiocruz no início deste ano para melhor gestão dos recursos e capacitação dos profissionais
Unidade também ganhou prédio de acolhimento
As obras no Hospital da Posse fazem parte do convênio QualiSUS, firmado entre a Prefeitura de Nova Iguaçu e o Ministério da Saúde, no valor de R$ 12 milhões. Na primeira fase foi construído um Centro de Especialidades Médicas, já em funcionamento e que atende em média 2.500 pessoas por mês em mais de 20 especialidades.
Nesta segunda fase, o hospital ganhou nova emergência com 365 equipamentos; a nova UTI, única pública da Baixada que atende adultos com mais dois leitos, totalizando 13; e um prédio de acolhimento, para atender os familiares dos pacientes enquanto aguardam informações sobre estado de saúde dos parentes.


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